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<channel><title><![CDATA[Escarlate :: Arte na USP - Dan&ccedil;a]]></title><link><![CDATA[http://www.revistaescarlate.com/danccedila.html]]></link><description><![CDATA[Dan&ccedil;a]]></description><pubDate>Sat, 28 Jan 2012 11:09:50 -0800</pubDate><generator>Weebly</generator><item><title><![CDATA[Os "talentos do corpo" e a dança como terapia]]></title><link><![CDATA[http://www.revistaescarlate.com/5/post/2010/06/os-talentos-do-corpo-e-a-dana-como-terapia.html]]></link><comments><![CDATA[http://www.revistaescarlate.com/5/post/2010/06/os-talentos-do-corpo-e-a-dana-como-terapia.html#comments]]></comments><pubDate>Wed, 09 Jun 2010 21:03:29 -0800</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.revistaescarlate.com/5/post/2010/06/os-talentos-do-corpo-e-a-dana-como-terapia.html</guid><description><![CDATA[Por Denise Eloy [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div  class="paragraph" style=" text-align: left; "><span style="line-height: 22px; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; "><a href="mailto:denise@revistaescarlate.com" style="color: rgb(255, 0, 0) !important; text-decoration: none; ">Por Denise Eloy</a></span></div><div  class="paragraph" style=" text-align: justify; "><font size="4"><span style="font-size: 16px; line-height: 20px;"><span style="font-size:10.0pt;line-height:130%; font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Eliana Tessitore, fisioterapeuta, trabalha com dan&ccedil;a &ndash; especialmente dan&ccedil;a do ventre - desde 1986. Sua forma de pensar dan&ccedil;a envolve conceitos e sentimentos relacionados &agrave; descoberta, ou seja, &agrave; dan&ccedil;a como terapia. Tomei conhecimento da sua disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado e fiquei curiosa para entender seu trabalho. Meu encantamento s&oacute; aumentou.</span><br /><br />  <span style="font-size:10.0pt;line-height:130%; font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Defendida em 2006 e intitulada &ldquo;Os talentos do corpo: uma experi&ecirc;ncia de trabalho corporal com pacientes com transtorno mental&rdquo;, a pesquisa se insere no campo da fisioterapia e da sa&uacute;de mental. Sua ideia inicial era medir as posturas dos pacientes atrav&eacute;s do m&eacute;todo RPG &ndash; Reeduca&ccedil;&atilde;o Postural Global &ndash;, sempre em busca de uma melhor qualidade de vida para os participantes. Por&eacute;m, imprevistos come&ccedil;aram a acontecer e Eliana n&atilde;o conseguia ter pacientes ass&iacute;duos para o desenvolvimento de sua disserta&ccedil;&atilde;o.</span><br /><br />  <span style="font-size:10.0pt;line-height:130%; font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Ela ent&atilde;o come&ccedil;ou a frequentar o grupo de dan&ccedil;a do CRHD &ndash; Centro de Reabilita&ccedil;&atilde;o e Hospital Dia do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Cl&iacute;nicas da USP. Foi quando percebeu que aquilo que o grupo vivia era fisioterap&ecirc;utico e entrou com uma proposta para desenvolver seu trabalho naquele espa&ccedil;o e com aquelas pessoas. Pelo grupo passaram v&aacute;rios pacientes com transtorno mental grave inseridos no programa de reabilita&ccedil;&atilde;o do centro. </span><br /><br />  <span style="font-size:10.0pt;line-height:130%; font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">A partir da&iacute;, novas descobertas foram sendo feitas, tanto por Eliana, como por aqueles pacientes que frequentavam o &ldquo;Grupo Corpo&rdquo;. O envolvimento com a dan&ccedil;a proporcionou um motivo l&uacute;dico para o tratamento. Os pacientes, inicialmente, viam o corpo fragmentado. A pesquisa seguiu um roteiro de atividades referenciadas por um esqueleto humano e pela pr&oacute;pria demanda dos participantes. As aulas passaram a proporcionar uma consci&ecirc;ncia corporal, que eles come&ccedil;aram a se apropriar. Os encontros foram preenchidos com escuta, conversa e pr&aacute;tica da dan&ccedil;a entre o grupo. </span><br /><br />  <span style="font-size:10.0pt;line-height:130%; font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Eliana conta que eles come&ccedil;aram a sentir o osso no corpo, se tocando e se aproximando uns dos outros, vivenciando o corpo com seus limites e possibilidades. N&atilde;o havia certo. Existia um lugar com essa possibilidade do erro. A troca de conhecimento era riqu&iacute;ssima e ensinar tamb&eacute;m era aprender. Um grupo fazia uma coreografia e, de vez em quando, dava as m&atilde;os. Aos poucos, a resist&ecirc;ncia foi sendo vencida. A aproxima&ccedil;&atilde;o entre o grupo e a apropria&ccedil;&atilde;o de si mesmo estavam calcadas em todos esses detalhes, como a escuta e o lugar do erro.</span><br /><br />  <span style="font-size:10.0pt;line-height:130%; font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">As dan&ccedil;as eram sentidas. Os participantes passaram por dan&ccedil;as circulares, &eacute;tnicas, individuais e coletivas. Eles copiaram e criaram coreografias. Dan&ccedil;aram o surto, a alegria, a dor, seja a de si ou do outro. Tudo dependia do que eles sentissem no dia, que hist&oacute;ria eles traziam para viver naquele momento. Com o tempo, eles aprenderam a identificar melhor o olhar para as suas dificuldades, descobrindo seus talentos como formas organizadoras de pensamentos e a&ccedil;&otilde;es e valorizando-os.</span><br /><br />  <span style="font-size:10.0pt;line-height:130%; font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Eliana permaneceu tr&ecirc;s anos no grupo e enfatizou a import&acirc;ncia daquela experi&ecirc;ncia na sua vida. &ldquo;Descobrir que o exerc&iacute;cio dos talentos s&atilde;o organizadores e que nos impulsionam a viver melhor, apesar dos tantos desfavores. Foram anos transformadores para mim&rdquo;, diz. Em 2007, ela recebeu um convite para expandir o trabalho realizado para o hospital todo. Infelizmente, n&atilde;o deu certo. Apesar disso, Eliana continua trabalhando nessa mesma linha que h&aacute; tanto tempo acredita, montando iniciativas no mesmo caminho.</span></span></font></div><div ><div style="text-align: center;"><a><img src="http://www.revistaescarlate.com/uploads/2/8/0/3/2803871/9728140.jpg?469" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; margin-right: 10px; border-width:1px;padding:3px;" alt="Picture" class="galleryImageBorder" /></a><div style="display: block; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px;">'Ateli&ecirc; do Corpo', atual espa&ccedil;o de trabalho de Eliana</div></div></div><div  class="paragraph" style=" text-align: justify; "><span style="line-height: 20px; font-size: 16px; "><strong><span style="font-size: 10pt; line-height: 16px; font-family: Verdana, sans-serif; ">A minha experi&ecirc;ncia</span></strong><br /><br /><span style="font-size: 10pt; line-height: 16px; font-family: Verdana, sans-serif; ">Era uma sexta-feira, &agrave;s 16h30. Cheguei ao Ateli&ecirc; do Corpo, atual local de trabalho de Eliana, e esperei o t&eacute;rmino de uma sess&atilde;o. Logo encontrei Ana Paula, terapeuta, que tamb&eacute;m tinha vindo para a aula de dan&ccedil;a do ventre.</span><br /><br /><span style="font-size: 10pt; line-height: 16px; font-family: Verdana, sans-serif; ">Ao conversar com Eliana sobre a experi&ecirc;ncia de sua disserta&ccedil;&atilde;o, ela me convidou para participar de uma aula de dan&ccedil;a do ventre que ministrava &agrave;s sextas-feiras. Depois de alguns desencontros, finalmente consegui comparecer.&nbsp;</span><font size="3"></font></span></div><span  style=" float: left; z-index: 10; position: relative; "><a><img src="http://www.revistaescarlate.com/uploads/2/8/0/3/2803871/4366099.jpg?227" style="margin-top: 5px; margin-bottom: 10px; margin-left: 0px; margin-right: 10px; border-width:1px;padding:3px;" alt="Picture" class="galleryImageBorder" /></a><div style="display: block; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px; text-align: center;">Ana Paula no 'Ateli&ecirc; do Corpo'</div></span><div  class="paragraph" style=" text-align: justify; display: block; "><span style="line-height: 20px; font-size: 16px; "><span style="font-size: 10pt; line-height: 16px; font-family: Verdana, sans-serif; ">Logo no in&iacute;cio j&aacute; me senti muito bem acolhida e bem-vinda. Conversei com Ana Paula, frequentadora do espa&ccedil;o h&aacute; dois anos, que me contou um pouco o prop&oacute;sito daqueles encontros &agrave;s sextas: trabalhar o feminino e, atrav&eacute;s da dan&ccedil;a, conhecer e apropriar-se do corpo, aprendendo a lidar com a dor. A dan&ccedil;a n&atilde;o deve proporcionar dor. Ela deve ajudar a melhor&aacute;-la e a cur&aacute;-la. Al&eacute;m de tudo, faz bem para a alma.&nbsp;</span><br /><br /><span style="font-size: 10pt; line-height: 16px; font-family: Verdana, sans-serif; ">O clima e o espa&ccedil;o transformam aquele momento no presente. Aquela &eacute; a hora de voc&ecirc; esquecer o que est&aacute; na rua ou as contas que precisa pagar e se concentrar no seu corpo, nos seus sentidos, nas suas descobertas. A evolu&ccedil;&atilde;o daquelas mulheres que frequentam o Ateli&ecirc; do Corpo &ndash; atualmente s&atilde;o tr&ecirc;s &ndash; &eacute; palp&aacute;vel, assim como a seriedade de Eliana no trabalho.</span><br /><br /><span style="font-size: 10pt; line-height: 16px; font-family: Verdana, sans-serif; ">Para mim, aquilo tamb&eacute;m foi uma descoberta. Nunca tinha tido um contato mais pr&oacute;ximo com dan&ccedil;a do ventre e a experi&ecirc;ncia foi, ao mesmo tempo, atrativa e diferente. Sentir os pedacinhos do corpo, ter controle, procurar um autoconhecimento. Depois disso, tenho a certeza de que essa experi&ecirc;ncia foi &uacute;nica para mim, para os pacientes do CRHD e para as mulheres que passam por esse processo agora.</span></span></div><hr  style=" clear: both; width: 100%; visibility: hidden; "></hr><div ><div style="text-align: center;"><a><img src="http://www.revistaescarlate.com/uploads/2/8/0/3/2803871/9130574.jpg?332" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; margin-right: 10px; border-width:1px;padding:3px;" alt="Picture" class="galleryImageBorder" /></a><div style="display: block; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px;">Parte do grupo frequentador &agrave;s sextas-feiras</div></div></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Corpo que comunica]]></title><link><![CDATA[http://www.revistaescarlate.com/5/post/2010/05/corpo-que-comunica.html]]></link><comments><![CDATA[http://www.revistaescarlate.com/5/post/2010/05/corpo-que-comunica.html#comments]]></comments><pubDate>Wed, 05 May 2010 19:26:50 -0800</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.revistaescarlate.com/5/post/2010/05/corpo-que-comunica.html</guid><description><![CDATA[Por Denise Eloy&Eacute; no Departamento de Artes C&ecirc;nicas da USP que o Laborat&oacute;rio de Dramaturgia do Corpo (LADCOR) atua. Nascido no segundo semestre de 2006, a partir da disciplina &ldquo;Corpo, Espa&ccedil;o e Pensamento moderno&rdquo;, ele funciona desde e [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div  class="paragraph" style=" text-align: left; "><A href="mailto:denise@revistaescarlate.com">Por Denise Eloy</A></div><div  class="paragraph" style=" text-align: justify; "><SPAN style="FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'">&Eacute; no Departamento de Artes C&ecirc;nicas da USP que o <STRONG>Laborat&oacute;rio de Dramaturgia do Corpo</STRONG> (LADCOR) atua. Nascido no segundo semestre de 2006, a partir da disciplina &ldquo;Corpo, Espa&ccedil;o e Pensamento moderno&rdquo;, ele funciona desde ent&atilde;o coordenado pela professora Helena Bastos. E como funciona o laborat&oacute;rio do corpo?</SPAN><br /><br /><SPAN style="FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'">Atualmente, o LADCOR abriga o projeto <STRONG>Cadeiras de Rosas</STRONG> em parceria com o grupo Musicanoar, idealizado por Helena em 1992. S&atilde;o cinco alunos que pesquisam seus corpos das mais diversas formas. S&atilde;o compartilhamentos de cena e conceitos que mobilizam o pensar da pesquisa. O projeto foi contemplado em 2009 pelo VI Fomento Municipal em Dan&ccedil;a, na categoria Cria&ccedil;&atilde;o, e os encontros ocorrem todas &agrave;s sextas-feiras pela manh&atilde;.</SPAN><br /><br /><SPAN style="FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'; COLOR: #a6a6a6">O que &eacute; o <STRONG>VI Fomento Municipal em Dan&ccedil;a</STRONG>? O Programa Municipal de Fomento &agrave; Dan&ccedil;a pertence &agrave; Secretaria Municipal de Cultura e seleciona projetos de dan&ccedil;a contempor&acirc;nea em cada edi&ccedil;&atilde;o. Em 2009, foi realizado o VI Fomento, com dura&ccedil;&atilde;o de um ano (2&ordm; semestre de 2009 ao 1&ordm; semestre de 2010).</SPAN></div><div ><div style="text-align: center;"><a><img src="http://www.revistaescarlate.com/uploads/2/8/0/3/2803871/887949.jpg?457" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; margin-right: 10px; border-width:1px;padding:3px;" alt="Picture" class="galleryImageBorder" /></a><div style="display: block; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px;"></div></div></div><div  class="paragraph" style=" text-align: justify; ">Trabalhando com a Teoria Corpom&iacute;dia, o laborat&oacute;rio realiza uma investiga&ccedil;&atilde;o a partir do conhecimento do corpo. O corpo n&atilde;o &eacute; um recipiente, um dep&oacute;sito. Ele troca informa&ccedil;&otilde;es, em processo permanente de comunica&ccedil;&atilde;o.<br /><br /><SPAN style="COLOR: #a6a6a6">E o que &eacute; a <STRONG>Teoria Corpomidia</STRONG>? Desenvolvida por Christine Greiner e Helena Katz, professoras da PUC/SP, ela trata do corpo enquanto m&iacute;dia de si mesmo. O corpo n&atilde;o para de trocar informa&ccedil;&otilde;es com o mundo, desenvolvendo uma depend&ecirc;ncia m&uacute;tua com esse ambiente. O corpo se faz nessa troca e o ambiente tamb&eacute;m se modifica. S&atilde;o atua&ccedil;&otilde;es simult&acirc;neas -&nbsp;corpo &eacute; ambiente e ambiente &eacute; corpo. Talvez a palavra-chave para a teoria seja fluxo. Essas informa&ccedil;&otilde;es agem no corpo e s&atilde;o expelidas por ele. Da&iacute; surge a no&ccedil;&atilde;o de que o corpo n&atilde;o &eacute; um recipiente. Mais: ele n&atilde;o &eacute; passivo ou imut&aacute;vel. Todas essas informa&ccedil;&otilde;es modificam nossa pessoa, nosso modo de vida e da coletividade.</SPAN><br /><br />Voltando ao laborat&oacute;rio, Helena nos conta que as inten&ccedil;&otilde;es do LADCOR s&atilde;o estudar esse corpo e suas conex&otilde;es, como ele se prop&otilde;e a dan&ccedil;ar, pensar outros modos da rela&ccedil;&atilde;o corpo-cena. <br /><br />Helena diz que quando eu mudo meu conhecimento de corpo, minhas rela&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m mudam. A pesquisa realizada no Cadeiras de Rosas &eacute; individual e compartilhada. Cada um vai descobrindo o seu corpo. Lida-se com a inven&ccedil;&atilde;o de procedimentos que v&atilde;o al&eacute;m, sem limites. &ldquo;Esse corpo de ator traz uma complexidade diferente&rdquo;, ela completa.</div><div  class="paragraph" style=" text-align: justify; ">H&aacute; uma articula&ccedil;&atilde;o dos conhecimentos de mundo, com a possibilidade de escolhas e par&acirc;metros. &ldquo;Dan&ccedil;ar e atuar &eacute; lidar com problemas&rdquo;, diz a professora. Pensar e lidar com o corpo exige uma reflex&atilde;o, uma abertura a descoberta. Isso requer esfor&ccedil;o, vontade e viv&ecirc;ncia.<br /><br />Com&nbsp;o surgimento das&nbsp;ci&ecirc;ncias cognitivas, as coisas caminham juntas, ou seja, n&atilde;o h&aacute; separa&ccedil;&atilde;o entre raz&atilde;o e sentimento, entre corpo e pensamento. Helena n&atilde;o exclui o conhecimento de um &ldquo;leigo&rdquo; na descoberta desse corpo. Cada um possui um olhar de mundo e ningu&eacute;m &eacute; fechado ao processo de troca de informa&ccedil;&otilde;es com o ambiente. A felicidade &eacute; saber trabalhar esse conhecimento de uma forma que seja competente e satisfat&oacute;ria.<br /><br />Sempre nessa vertente da cria&ccedil;&atilde;o e da composi&ccedil;&atilde;o sobre dan&ccedil;a contempor&acirc;nea e desse corpo-autor, o grupo Cadeiras de Rosas pretende desenvolver um v&iacute;deo-dan&ccedil;a no fim do m&ecirc;s de maio, na tentativa de misturar linguagens. Ele trabalha com viv&ecirc;ncias, pr&aacute;ticas, textos e aulas, e isso depende do que &eacute; pedido no momento. Como resultado, cada integrante produzir&aacute; um espet&aacute;culo, fruto das suas descobertas nesse ano de pesquisa.</div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Ouvindo o movimento]]></title><link><![CDATA[http://www.revistaescarlate.com/5/post/2010/03/ouvindo-o-movimento.html]]></link><comments><![CDATA[http://www.revistaescarlate.com/5/post/2010/03/ouvindo-o-movimento.html#comments]]></comments><pubDate>Tue, 23 Mar 2010 20:43:50 -0800</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.revistaescarlate.com/5/post/2010/03/ouvindo-o-movimento.html</guid><description><![CDATA[ [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div  class="paragraph" style=" text-align: left; "><span style="color: rgb(140, 135, 135); line-height: normal; font-size: 14px; font-weight: 800; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; "><em style="position: relative; "><font><span style="font-size: small; "><strong><em style="position: relative; "><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; color: rgb(140, 135, 135); "><a href="mailto:denise@revistaescarlate.com" style="color: rgb(175, 38, 57); text-decoration: none; ">por Denise Eloy</a></span></em></strong></span></font></em></span></div><div  class="paragraph" style=" text-align: justify; "><font size="3"><span style="font-size: 13px; line-height: 14px;"><span style="font-size:10.0pt;line-height:150%;font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">&Eacute; sexta &agrave; noite e um grupo de 22 alunos est&aacute; reunido na Faculdade de Educa&ccedil;&atilde;o com um prop&oacute;sito: descobrir sua maneira de express&atilde;o, de dan&ccedil;a. &ldquo;A ideia n&atilde;o &eacute; entrar muito na t&eacute;cnica. &Eacute; brincar com a dan&ccedil;a&rdquo;, diz B&aacute;rbara Freitas, monitora respons&aacute;vel pelo n&uacute;cleo de dan&ccedil;a do Lab Arte.</span><br /><br />  <span style="font-size:10.0pt;line-height:150%;font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">O Laborat&oacute;rio de Arte-Educa&ccedil;&atilde;o &amp; Cultura da FEUSP foi criado em 2006 por uma iniciativa dos alunos na tentativa de complementar sua forma&ccedil;&atilde;o de pedagogos. S&atilde;o viv&ecirc;ncias e experi&ecirc;ncias em diversos n&uacute;cleos, que visam &agrave; apreens&atilde;o da linguagem art&iacute;stica numa perspectiva antropol&oacute;gica, como teatro, m&uacute;sica, fotografia, circo, artes visuais e outros. Dentre esses n&uacute;cleos, h&aacute; dois de dan&ccedil;a, que lidam com m&eacute;todos diferentes. As viv&ecirc;ncias s&atilde;o semanais e o interessado pode conversar com o monitor do grupo e passar a frequentar.</span><br /><br />  <span style="font-size:10.0pt;line-height:150%;font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">O encontro come&ccedil;ou com a visualiza&ccedil;&atilde;o de imagens dos ossos do corpo humano. Sim, n&oacute;s observamos figuras de atlas e discutimos a porosidade e a for&ccedil;a desses ossos. Nossas sensa&ccedil;&otilde;es chegam at&eacute; n&oacute;s pelo corpo, por isso &eacute; fundamental entender como funciona essa estrutura para compreender sua rela&ccedil;&atilde;o com o movimento.</span><br /></span></font></div><div ><div style="text-align: center;"><a><img src="http://www.revistaescarlate.com/uploads/2/8/0/3/2803871/8981183.jpg" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; margin-right: 10px; border-width:1px;padding:3px;" alt="Picture" class="galleryImageBorder" /></a><div style="display: block; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px;"></div></div></div><div  class="paragraph" style=" text-align: justify; "><span style="font-size:10.0pt;line-height:150%;font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Depois, deitamos no ch&atilde;o. Era a hora de sentir nossos bra&ccedil;os, pernas, tronco, cabe&ccedil;a. Era o momento de acordar nosso corpo, along&aacute;-lo. Fomos evoluindo, passando por n&iacute;veis, at&eacute; ficarmos de p&eacute;. Essa circunst&acirc;ncia de crescimento foi repleta de sentido, numa descoberta mesmo. Andamos, mudamos de lugar, enfim, dan&ccedil;amos.</span><br /><br />  <span style="font-size:10.0pt;line-height:150%;font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Na roda, alternamos respira&ccedil;&atilde;o e movimento e passamos por um estilo: o coco. Com origens controversas, o coco &eacute; uma dan&ccedil;a de ritmo gostoso e divertido e a sonoridade &eacute; acompanhada por palmas. &Eacute; a dan&ccedil;a que voc&ecirc; n&atilde;o quer parar. Por &uacute;ltimo, formaram-se trios para um exerc&iacute;cio de alongamento e de sentidos dos ossos do corpo.</span><br /><br />  <span style="font-size:10.0pt;line-height:150%;font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Depois rolou uma conversa, um bate-papo, quase uma sess&atilde;o de terapia. Os alunos tiraram d&uacute;vidas, contaram sensa&ccedil;&otilde;es e deram dicas. B&aacute;rbara sintetiza: &ldquo;Corpo &eacute; pensamento, &eacute; uma extens&atilde;o da nossa hist&oacute;ria, &eacute; nossa vida&rdquo;.</span></div><div ><div style="text-align: center;"><a href='http://www.revistaescarlate.com/uploads/2/8/0/3/2803871/4820741_orig.jpg' rel='lightbox' onclick='if (!lightboxLoaded) return false'><img src="http://www.revistaescarlate.com/uploads/2/8/0/3/2803871/4820741.jpg" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; margin-right: 10px; border-width:1px;padding:3px;" alt="Picture" class="galleryImageBorder" /></a><div style="display: block; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px;"></div></div></div><div ><div style="text-align: center;"><a><img src="http://www.revistaescarlate.com/uploads/2/8/0/3/2803871/3702855.jpg" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; margin-right: 10px; border-width:1px;padding:3px;" alt="Picture" class="galleryImageBorder" /></a><div style="display: block; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px;"></div></div></div><div  class="paragraph" style=" text-align: justify; "><span style="font-size:10.0pt;line-height:150%;font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">H&aacute; sete anos em contato com a dan&ccedil;a, B&aacute;rbara se considera mais uma mediadora para a brincadeira do que uma professora. Nessa tentativa de aprofundar e entender nosso corpo, ela experimenta junto. &ldquo;A ideia &eacute; usar os princ&iacute;pios da dan&ccedil;a popular para buscar o nosso vocabul&aacute;rio&rdquo;.</span><br /><br />  <span style="font-size:10.0pt;line-height:150%;font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Ela diz que a tentativa de consci&ecirc;ncia, de pensamento do corpo &eacute; fundamental e que n&atilde;o tem um jeito certo de dan&ccedil;ar. Dan&ccedil;ar &eacute; descobrimento, por isso a sua dan&ccedil;a tem que fazer sentido para voc&ecirc;. &Eacute; um trabalho de trazer a sua viv&ecirc;ncia, seu cotidiano, sua hist&oacute;ria para descobrir sua linguagem. &ldquo;O corpo t&aacute; falando&rdquo;, diz B&aacute;rbara. Basta a gente escutar.</span></div><div ><div style="text-align: center;"><a><img src="http://www.revistaescarlate.com/uploads/2/8/0/3/2803871/8155497.jpg" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; margin-right: 10px; border-width:1px;padding:3px;" alt="Picture" class="galleryImageBorder" /></a><div style="display: block; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px;"></div></div></div><div  class="paragraph" style=" text-align: justify; "><span style="font-size:10.0pt;line-height:150%; font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;"><strong>Lab Arte &ndash; N&uacute;cleo de dan&ccedil;a</strong></span><br />  <span style="font-size:10.0pt;line-height:150%; font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;"><em>Toda sexta-feira, &agrave;s 18 horas, na sala 130 da Faculdade de Educa&ccedil;&atilde;o da USP.</em></span></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Na balada?]]></title><link><![CDATA[http://www.revistaescarlate.com/5/post/2010/03/na-balada.html]]></link><comments><![CDATA[http://www.revistaescarlate.com/5/post/2010/03/na-balada.html#comments]]></comments><pubDate>Thu, 11 Mar 2010 08:02:16 -0800</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.revistaescarlate.com/5/post/2010/03/na-balada.html</guid><description><![CDATA[por Denise Eloy [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div  class="paragraph" style=" text-align: left; "><span style="color: rgb(140, 135, 135); line-height: normal; font-size: 14px; font-weight: 800; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px; "><em style="position: relative; "><font><span style="font-size: small; "><strong><em style="position: relative; "><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana, sans-serif; color: rgb(140, 135, 135); "><a href="mailto:denise@revistaescarlate.com">por Denise Eloy</a></span></em></strong></span></font></em></span></div><div ><div style="text-align: center;"><a><img src="http://www.revistaescarlate.com/uploads/2/8/0/3/2803871/9183095.jpg?392" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; margin-right: 10px; border-width:1px;padding:3px;" alt="Picture" class="galleryImageBorder" /></a><div style="display: block; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px;">Dan&ccedil;ando at&eacute; amanhecer</div></div></div><div  class="paragraph" style=" text-align: justify; "><font size="4"><span style="font-size: 14px; line-height: 21px;"><font><span style="font-size:10.0pt; line-height:150%;font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Quem acha que dan&ccedil;a &eacute; arte, acertou. &Eacute; a arte da divers&atilde;o e da integra&ccedil;&atilde;o. Quem nunca foi numa festa com os amigos e dan&ccedil;ou at&eacute; doer as pernas? Ou quem nunca encontrou aquela pessoa e o seu jeitinho todo especial de dan&ccedil;ar naquele mar de gente? Relato de dan&ccedil;a na balada &eacute; o que n&atilde;o falta. </span><br /><br />  <span style="font-size:10.0pt; line-height:150%;font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">As dan&ccedil;as em festas revelam um universo repleto de possibilidades de an&aacute;lises. As raz&otilde;es para se dan&ccedil;ar s&atilde;o v&aacute;rias. Pode ser pela simples sensa&ccedil;&atilde;o de balan&ccedil;ar o corpo e liberar as energias, assim como pela experi&ecirc;ncia de entrar numa vibe s&oacute;: dan&ccedil;a e m&uacute;sica. Seja sozinho ou acompanhado, aquela &eacute; a hora de esquecer o mundo e aproveitar o instante &ndash; segundos, minutos ou a noite inteira.</span><br /><br />  <span style="font-size:10.0pt; line-height:150%;font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Mas essa arte tamb&eacute;m revela aspectos interessantes do comportamento humano. A quest&atilde;o da integra&ccedil;&atilde;o social &ndash; e isso acontece muito em Universidades &ndash;, a busca pelo seu lugar num grupo e a pr&oacute;pria identifica&ccedil;&atilde;o com determinadas pessoas. Mais: a euforia com a m&uacute;sica que toca (&ldquo;Eu amo essa m&uacute;sica!&rdquo;) e a vontade de n&atilde;o parar nunca mais.</span><br /><br />  <span style="font-size:10.0pt; line-height:150%;font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">E o que rola aqui na USP? A equipe Escarlate foi at&eacute; &agrave; Festeca, tradicional festa da Escola de Comunica&ccedil;&otilde;es e Artes, tentar observar esses seres que convivem nesse universo pr&oacute;prio, cheio de c&oacute;digos disfar&ccedil;ados de passos. </span><span style="font-size:10.0pt; line-height:150%;font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">L&aacute;, al&eacute;m dos ecanos j&aacute; esperados, encontramos um p&uacute;blico bem diverso que tentou contar um pouquinho da sua experi&ecirc;ncia. FEA, Poli, GV e Bio, expressem-se, por favor.</span><br /><br />  <span style="font-size:10.0pt; line-height:150%;font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Carolina Carvalhal, estudante da Funda&ccedil;&atilde;o Get&uacute;lio Vargas, diz que, na sua faculdade, a galera geralmente &eacute; mais reprimida em termos de dan&ccedil;a. Quando algu&eacute;m decide se soltar um pouco mais j&aacute; &eacute; motivo para aten&ccedil;&atilde;o e coment&aacute;rios.&nbsp;</span></font></span></font><br /><br /><font size="4"></font><span style="font-family: Verdana, sans-serif; line-height: 19px; font-size: 13px; ">Marco Carvalho, da FEA, comenta que o que empolga mesmo o pessoal &eacute; quando a bateria toca. Ningu&eacute;m fica parado. Todos mexem o corpinho, mesmo um pouquinho.</span><br /><br /><span style="font-family: Verdana, sans-serif; line-height: 19px; font-size: 13px; ">J&aacute; D&eacute;bora Brant diz que na Biologia &eacute; diferente. &Eacute; um estilo mais parecido com o da ECA. Os &aacute;pices s&atilde;o aquelas m&uacute;sicas que s&oacute; quem &eacute; estudante da faculdade entende. Um verdadeiro c&oacute;digo. Voc&ecirc; para tudo e dan&ccedil;a com a galera.</span>&nbsp;<br /><font size="4"></font><br /><font size="4"><span style="font-size: 14px; line-height: 21px;"><font><span style="font-size:10.0pt; line-height:150%;font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Renata Martins, da Poli, &eacute; direta e ressalta: "Os bitolados se soltam nas festas!".</span><br /><br />  <span style="font-size:10.0pt; line-height:150%;font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Mesmo com estilos t&atilde;o diferentes, a dan&ccedil;a definitivamente faz parte da festa - e &eacute; um dos principais pontos. Assim, creio que chegamos a uma conclus&atilde;o: seja no seu cantinho ou no meio da roda, o importante &eacute; deixar os problemas de lado e dan&ccedil;ar sem medo de ser feliz, pois com o rebolado a divers&atilde;o &eacute; garantida.</span><br /><br /></font></span></font></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Semanas e eventos artísticos na USP]]></title><link><![CDATA[http://www.revistaescarlate.com/5/post/2010/02/no-h-lugar-como-nosso-lar.html]]></link><comments><![CDATA[http://www.revistaescarlate.com/5/post/2010/02/no-h-lugar-como-nosso-lar.html#comments]]></comments><pubDate>Sun, 21 Feb 2010 19:20:10 -0800</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.revistaescarlate.com/5/post/2010/02/no-h-lugar-como-nosso-lar.html</guid><description><![CDATA[ [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div  class="paragraph" style=" text-align: left; "><font color="#8C8787" size="4"><span style="font-size: 14px; font-weight: 800; line-height: normal; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px;"><em><font><span style="font-size: small;"><strong><em><span style="font-size: 10.0pt;font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;;mso-fareast-font-family:&quot;Times New Roman&quot;; mso-bidi-font-family:&quot;Times New Roman&quot;;color:#8C8787;mso-fareast-language:PT-BR"><a href="mailto:denise@revistaescarlate.com">por Denise Eloy</a></span></em></strong></span></font></em></span></font><br /><font color="#8C8787" size="4"><span style="font-size: 14px; font-weight: 800; line-height: normal; -webkit-border-horizontal-spacing: 2px; -webkit-border-vertical-spacing: 2px;"><em><font><span style="font-size: small;"><font></font></span></font></em></span></font></div><div  class="paragraph" style=" text-align: justify; "><span style="font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Voc&ecirc; &eacute; daqueles que dan&ccedil;am desde crian&ccedil;a? Come&ccedil;ou o bal&eacute; dentro da barriga da sua m&atilde;e ou arrasava no street dance desde os tr&ecirc;s anos de idade? </span><br /><br />  <span style="font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Ou voc&ecirc; &eacute; daqueles que gosta de dan&ccedil;ar, sozinho no quarto ou na balada, e tem vontade de mostrar para todos o seu talento?</span><br /><br />  <span style="font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Pois, vamos l&aacute;. </span><br /><br />  <span style="font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Alguns institutos e faculdades da USP promovem durante o ano semanas de arte e diversos concursos. Nas semanas de arte, oficinas e apresenta&ccedil;&otilde;es s&atilde;o abertas ao p&uacute;blico, e os estudantes podem abusar da participa&ccedil;&atilde;o. E se voc&ecirc; tem vontade de montar sua pr&oacute;pria apresenta&ccedil;&atilde;o, os concursos est&atilde;o a&iacute; para isso.</span><br /><br />  <span style="font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">J&aacute; se prepare para alguns exemplos que vamos mostrar agora. </span><br /><br />  <span style="font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">A <strong>Semana de Arte da USP</strong> promove arte para todos os gostos. No ano de 2009, foram em nove cidades que ocorreram atividades culturais. O intuito &eacute; quebrar um pouco a rotina e descobrir os talentos de quem tem sua vida ligada, de alguma forma, &agrave; Universidade. Trazer a arte para perto dessas pessoas &eacute; muito importante. </span><br /><br />  <span style="font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">J&aacute; a <strong>SAPO</strong> &ndash; <strong>Semana de Arte da Poli</strong> &ndash; &eacute; realizada anualmente e organizada pelos pr&oacute;prios alunos. Tamb&eacute;m com o intuito de aproximar os alunos entre si, ela ainda possui um outro objetivo: unir engenheiros e algo que eles, tradicionalmente, n&atilde;o t&ecirc;m muito contato, a arte em geral. S&atilde;o debates, oficinas, palestras e outros eventos que acontecem durante a semana.</span><br /><br />  <span style="font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">O <strong>Concurso de Talentos da FEA</strong> tamb&eacute;m movimenta o lado art&iacute;stico das pessoas. O intuito &eacute; disseminar a arte universit&aacute;ria atrav&eacute;s dos talentos escondidos &ndash; ou n&atilde;o &ndash; dos alunos, ex-alunos e funcion&aacute;rios da Universidade. S&atilde;o modalidades &ldquo;de palco&rdquo;, como dan&ccedil;a e m&uacute;sica, e &ldquo;de exposi&ccedil;&atilde;o&rdquo;, como fotografia e poesia.</span><br /><br />  <span style="font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">Ent&atilde;o, <font color="#2D0DC3"><strong>bixo</strong></font>, fique atento. Durante todo o ano, os eventos ocorrem por a&iacute;. Na maioria das vezes, a divulga&ccedil;&atilde;o acontece por cartazes espalhados pela USP. Nos portais dos institutos e escolas, voc&ecirc; tamb&eacute;m poder&aacute; achar informa&ccedil;&otilde;es. Acesse tamb&eacute;m o <a href="http://www.usp.br/prc/caminhos/">Caminhos da Cultura</a>, iniciativa da Pr&oacute;-reitoria de Cultura e Extens&atilde;o Universit&aacute;ria&nbsp;e saiba dos eventos e cursos promovidos pela USP.</span><br /><br />  <span style="font-family:&quot;Verdana&quot;,&quot;sans-serif&quot;">E se voc&ecirc; t&aacute; com vontade mesmo &eacute; de fazer aulas de dan&ccedil;a e aprender a remexer o corpinho, d&ecirc; uma olhada no <a href="http://www.revistaescarlate.com/5/post/2009/10/alm-do-dois-pra-l-dois-pra-c.html">guia das escolas de dan&ccedil;a</a> presentes na Universidade.</span></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Dance like there's no one watching]]></title><link><![CDATA[http://www.revistaescarlate.com/5/post/2009/12/dance-like-theres-no-one-watching.html]]></link><comments><![CDATA[http://www.revistaescarlate.com/5/post/2009/12/dance-like-theres-no-one-watching.html#comments]]></comments><pubDate>Tue, 01 Dec 2009 18:30:05 -0800</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.revistaescarlate.com/5/post/2009/12/dance-like-theres-no-one-watching.html</guid><description><![CDATA[por L&iacute;via Furtado [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div  class="paragraph" style=" text-align: left; "><STRONG><SPAN><EM><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><FONT color=#8c8787>por L&iacute;via Furtado</FONT></SPAN></EM></SPAN></STRONG></div><div ><div style="text-align: center;"><a><img src="http://www.revistaescarlate.com/uploads/2/8/0/3/2803871/6386353.jpg?419" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; margin-right: 10px; border-width:1px;padding:3px;" alt="Picture" class="galleryImageBorder" /></a><div style="display: block; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px;"></div></div></div><div  class="paragraph" style=" text-align: justify; "><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><FONT color=#000000>Chove chove chove. Me pergunto se, quando a chuva parar, aquelas pessoas que procuraram abrigo por ali v&atilde;o seguir com suas vidas sem olhar pra tr&aacute;s ou v&atilde;o parar para apreciar a arte em frente a elas. Por enquanto, todos apenas bebem cerveja animadamente, conversam, riem, e logo vejo aqueles que v&atilde;o se apresentar: normalmente meninas n&atilde;o andam com roupas de dan&ccedil;a do ventre por a&iacute;, ou arrumadas para dan&ccedil;ar ballet, e mesmo as que estavam vestidas com roupas mais normais, vestido curto e sand&aacute;lia de salto, pareciam um pouco deslocadas, o sorriso nervoso colado no rosto. Os homens s&atilde;o um pouquinho mais dif&iacute;ceis de localizar, as vestimentas ordin&aacute;rias - cal&ccedil;a, camiseta -, mas os olhares trocados, muitas vezes parecendo procurar reafirma&ccedil;&atilde;o, os traem.</FONT></SPAN><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><FONT color=#000000>&nbsp;</FONT></SPAN><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><FONT color=#000000>A viv&ecirc;ncia da FEA fervilha. M&uacute;sica sai de uma grande caixa de som preta perto do bar, e ningu&eacute;m parece querer sair dali t&atilde;o cedo. J&aacute; passa das 17h30 quando algu&eacute;m da organiza&ccedil;&atilde;o do evento aparece com um microfone, boa tarde!</FONT></SPAN><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><FONT color=#000000>&nbsp;</FONT></SPAN><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><FONT color=#000000>- Bem vindos ao Concurso de Talentos da FEA. Vamos fazer agora a premia&ccedil;&atilde;o da categoria interpreta&ccedil;&atilde;o... - alarme falso. Mas presto aten&ccedil;&atilde;o - reconhe&ccedil;o um dos dois meninos da dupla vencedora como aluno de artes c&ecirc;nicas da ECA.&nbsp;</FONT></SPAN><br /><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><FONT color=#000000>Em seguida, h&aacute; a apresenta&ccedil;&atilde;o e premia&ccedil;&atilde;o da categoria "Se vira nos 30" e, finalmente, o primeiro grupo de dan&ccedil;a &eacute; chamado &agrave; frente.</FONT></SPAN><br /><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><FONT color=#000000>O PsicoSalsa &eacute; formado por alunos da turma de salsa dos professores Russ Hama e Yordanka. As aulas, descobri, acontecem toda quinta feira na Psicologia, &agrave;s 17h30, e s&atilde;o abertas para qualquer aluno da USP, al&eacute;m de gratuitas. Na apresenta&ccedil;&atilde;o, h&aacute; mais de 10 alunos se apresentando. Eles v&atilde;o ao centro do palco em duplas, posicionando-se como em roda, e a m&uacute;sica come&ccedil;a.</FONT></SPAN><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><FONT color=#000000>&nbsp;</FONT></SPAN><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><FONT color=#000000>- &Eacute; a outra, &eacute; a outra! - Falha t&eacute;cnica por parte do CAVC. Come&ccedil;o a rir quando a falta de comunica&ccedil;&atilde;o perdura, mas finalmente a m&uacute;sica certa &eacute; colocada e o grupo pode come&ccedil;ar.</FONT></SPAN><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><FONT color=#000000>&nbsp;</FONT></SPAN><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><FONT color=#000000>A chuva parou, mas duvido que algu&eacute;m tenha conseguido desgrudar os olhos da apresenta&ccedil;&atilde;o para sair. Os sorrisos nos rostos dos dan&ccedil;arinos s&atilde;o contagiantes, o ritmo latino envolve o corpo e parece, por m&aacute;gica, come&ccedil;ar a te fazer mexer. Duas apresenta&ccedil;&otilde;es, com alguns casais diferentes - Hama sempre ajudando o grupo, fazendo sinais enquanto dan&ccedil;a, divertindo-se como todos os outros - e &eacute; a vez do samba-rock.</FONT></SPAN><br /><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><FONT color=#000000>O caldeir&atilde;o de estilos apresentados em uma &uacute;nica tarde foi um surpresa muito agrad&aacute;vel. Da salsa ao sapateado, passado por zulk, forr&oacute;, samba-rock, dan&ccedil;a-do-ventre e at&eacute; mesmo bal&eacute;, que fica por conta da aluna de geografia Daniela Lavignatti. Daniela, que tem 28 anos e dan&ccedil;a desde os 15, comenta sobre a falta de bal&eacute; na USP: n&atilde;o h&aacute; aulas nem apresenta&ccedil;&otilde;es. "&Eacute; a primeira vez que me apresento aqui. D&aacute; um nervoso diferente, porque meus amigos t&atilde;o vendo." A mo&ccedil;a dan&ccedil;oa ao som de "Xote das meninas" ("Ela s&oacute; quer, s&oacute; pensa em namorar...") e recebe elogios pessoalmente do professor J. J&uacute;nior, o avaliador da competi&ccedil;&atilde;o, que d&aacute; aula de dan&ccedil;a de sal&atilde;o na FEA, com &ecirc;nfase e forr&oacute;. "Sou apaixonado pelo ritmo." A ideia da garota ao misturar dois g&ecirc;neros aparentemente t&atilde;o diferentes foi mostrar que bal&eacute; n&atilde;o precisa ser aquela coisa t&atilde;o "cl&aacute;ssica, engessada" que todo mundo imagina.</FONT></SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><FONT color=#000000>&nbsp;</FONT></SPAN><br /><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><FONT color=#000000>A mistura e ousadia n&atilde;o ficam s&oacute; com Daniela. As meninas do "Tribal Fusion" - que acabam levando o segundo lugar, perdendo apenas para o PsicoSalsa - misturam batidas eletr&ocirc;nicas com m&uacute;sicas mais tradicionais indianas, arriscam com Shakira e v&atilde;o para o tribal tamb&eacute;m. Alunas da professora Samra, que d&aacute; aulas no CRUSP, as quatro se reuniram para participar do concurso por divers&atilde;o e para treinar para uma apresenta&ccedil;&atilde;o que ocorre nesse domingo (6), no Espa&ccedil;o Caldeir&atilde;o. Tr&ecirc;s delas se apresentam solo ap&oacute;s a dan&ccedil;a em conjunto - &Eacute;rica Takano, aluna de licenciatura de mat&eacute;tica no IME, &eacute; quem o faz ao som de "Whatever, Whenever." A m&uacute;sica &eacute; acompanhada pelas palmas ritmadas da plat&eacute;ia, e o sorriso nervoso da japonesa vai relaxando ao longo da m&uacute;sica. &Eacute; como diz o poema: "Dance like no one's watching." E tudo fica bem.</FONT></SPAN></div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Danças... circulares?]]></title><link><![CDATA[http://www.revistaescarlate.com/5/post/2009/11/danas-circulares.html]]></link><comments><![CDATA[http://www.revistaescarlate.com/5/post/2009/11/danas-circulares.html#comments]]></comments><pubDate>Wed, 11 Nov 2009 09:10:04 -0800</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.revistaescarlate.com/5/post/2009/11/danas-circulares.html</guid><description><![CDATA[     por Camila Camilo e Denise Eloy [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div  class="paragraph" style=" text-align: justify; "><link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Ccomueduc%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml">     <strong><em><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: rgb(140, 135, 135);">por</span></em></strong><strong><em><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: rgb(140, 135, 135);"> Camila Camilo e Denise Eloy</span></em></strong><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;"><br />Na edi&ccedil;&atilde;o passada, diz&iacute;amos que dan&ccedil;ar eleva a auto-estima. Esta energia boa trazida pela dan&ccedil;a n&atilde;o precisa ser sentida s&oacute; individualmente, pode ser vivida tamb&eacute;m em um grupo. De m&atilde;os dadas e, talvez mais do que no cl&aacute;ssico &ldquo;dois pra l&aacute;, dois pra c&aacute;&rdquo; do rostinho colado, exigindo sincronia, como reflexo da sensa&ccedil;&atilde;o de dan&ccedil;ar com v&aacute;rios p&eacute;s, em v&aacute;rios corpos, num &uacute;nico ritmo. </span><br /><br /><link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Ccomueduc%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml">     <em style=""><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana; color: red;">&ldquo;Come&ccedil;amos dizendo nosso primeiro nome e a motiva&ccedil;&atilde;o para estar na roda em apenas uma palavra. Ensino os passos, conto algo a respeito de cada dan&ccedil;a, do seu significado, da sua letra e dan&ccedil;amos&rdquo;</span></em><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana; color: red;">,</span><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;"> diz T&acirc;nia Pessoa, psic&oacute;loga do LEP (Laborat&oacute;rio de Estudos da Personalidade do Instituto de Psicologia da USP, coordenado pela prof&ordf;. Laura Villares de Freitas) que orienta os encontros conhecidos como Dan&ccedil;as Circulares. Os encontros n&atilde;o s&atilde;o um curso, mas um &ldquo;grupo de viv&ecirc;ncia&rdquo; que se re&uacute;ne semanalmente para<span style="">&nbsp; </span>sentir e compartilhar bem estar a partir da dan&ccedil;a. </span><br /><br /><link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Ccomueduc%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml">     <font size="3"><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana; font-weight: bold;">Origens</span></font><br /><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;">O </span><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;">ato</span><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;"> de </span><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;">dan&ccedil;ar</span><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;"> est&aacute; </span><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;">presente</span><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;"> desde </span><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;">muito </span><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;">tempo</span><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;"> nas </span><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;">aglomera&ccedil;&otilde;es</span><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;"> humanas, <span style="">&nbsp;</span>e a </span><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;">dan&ccedil;a</span><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;"> coletiva </span><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;">tinha</span><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;"> um </span><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;">grande </span><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;">impacto</span><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;">. <em style="">&ldquo;</em></span><em style=""><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;">Dan&ccedil;ar </span></em><em style=""><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;">era </span></em><em style=""><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;">poder </span></em><em style=""><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;">criar</span></em><em style=""><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;"> e </span></em><em style=""><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;">ser</span></em><em style=""><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;"> a </span></em><em style=""><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;">pr&oacute;pria </span></em><em style=""><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;">ess&ecirc;ncia</span></em><em style=""><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;"> de </span></em><em style=""><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;">tudo</span></em><em style=""><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;"> o </span></em><em style=""><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;">que </span></em><em style=""><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;">nos </span></em><em style=""><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;">cerca</span></em><em style=""><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;">"</span></em><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;">, </span><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;">conta</span><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;"> T&acirc;nia.</span><br /><br /><link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Ccomueduc%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml">     <span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;">O bailarino cl&aacute;ssico, core&oacute;grafo, pedagogo e pintor </span><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana; color: black;">Bernhard Wosien</span><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;"> (1908-1986) tentou recuperar a ess&ecirc;ncia das dan&ccedil;as t&iacute;picas de diferentes povos e, na comunidade de Findhorn, na Esc&oacute;cia, ensinou pela primeira vez dan&ccedil;as folcl&oacute;ricas aos residentes. Come&ccedil;aram a&iacute; as <span style="font-weight: bold;">Dan&ccedil;as Circulares Sagradas</span>, que se tornaram um movimento, introduzido no Brasil por Sarah Marriot. </span><br /><br />  <link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Ccomueduc%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml">     <span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;">O conceito das DCS baseia-se no resgate de dan&ccedil;as folcl&oacute;ricas e tamb&eacute;m, como presente no pr&oacute;prio nome, na viv&ecirc;ncia do sagrado. <em style="">&ldquo;O sagrado n&atilde;o &eacute; dom&iacute;nio de nenhuma religi&atilde;o, &eacute; uma possibilidade humana para a consci&ecirc;ncia que se permite reviver a fonte da vida.&rdquo;</em></span><br /><br /><link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Ccomueduc%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"> <em style=""><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;"><span style="font-weight: bold;">&ldquo;Medita&ccedil;&atilde;o em Movimento&rdquo;</span> </span></em><br /><link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Ccomueduc%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml">   <span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;">Qualquer um pode realizar a pr&aacute;tica que tem, segundo T&acirc;nia Pessoa, uma s&eacute;rie de benef&iacute;cios, tais como a mudan&ccedil;a de percep&ccedil;&atilde;o do individual para o coletivo <em style="">&ldquo;Nessa atividade, se cada um n&atilde;o colaborar, n&atilde;o h&aacute; como dan&ccedil;ar. Dan&ccedil;amos porque todos est&atilde;o empenhados em fazermos com que seja harm&ocirc;nico&rdquo;,</em> a melhora na capacidade de concentra&ccedil;&atilde;o <em style="">&ldquo;Tem passos que s&atilde;o simples, mas n&atilde;o permitem que a mente se distraia com assuntos externos, porque gera erro nos passos. Ent&atilde;o elas exercitam a qualidade da presen&ccedil;a e da concentra&ccedil;&atilde;o&rdquo;</em>, al&eacute;m do desenvolvimento da <em style="">&ldquo;autenticidade diante de um grupo, pois &eacute; dif&iacute;cil disfar&ccedil;ar for&ccedil;as e fraquezas, quando o corpo tamb&eacute;m participa da a&ccedil;&atilde;o&rdquo;.</em> A psic&oacute;loga destaca tamb&eacute;m a possibilidade de desenvolver o esp&iacute;rito cooperativo e a capacidade de adaptar-se com o diferente, seja um ritmo ou uma cultura. </span><br /><br />  <link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Ccomueduc%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml">     <em style=""><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;">&ldquo;Em alguns momentos intercalo as dan&ccedil;as com contos de tradi&ccedil;&atilde;o oral&rdquo;</span></em><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;">, diz T&acirc;nia. As dan&ccedil;as tem uma origem popular, assim como os contos utilizados durante os encontros, considerados rem&eacute;dios da coletividade.</span><br /><br />  <span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;">O que se busca &eacute; estimular a coopera&ccedil;&atilde;o e o conhecimento de si e dos outros. H&aacute; outras atividades que tamb&eacute;m guardam o mesmo esp&iacute;rito colaborativo. T&acirc;nia cita algumas: cultura de paz, reciclagem, contato com a natureza, artesanato, economia solid&aacute;ria, entre outras. </span><br /><br /><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;">E por que o c&iacute;rculo? </span><br /><br />  <span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;">T&acirc;nia explica<em style="">: &ldquo;O c&iacute;rculo, em especial com um centro, &eacute; uma imagem arquet&iacute;pica que tende a estimular a viv&ecirc;ncia de que h&aacute; algo maior do que nossa limitada consci&ecirc;ncia, ou seja, a viv&ecirc;ncia de ter um Self, aquele que em n&oacute;s conhece o que vai nos fazer seres humanos mais completos&rdquo;.</em></span><br /><br />  <span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;">Hoje, as Dan&ccedil;as Circulares Sagradas constituem um movimento &ndash; DCS e existem em muitos pa&iacute;ses e em v&aacute;rias regi&otilde;es do Brasil. </span><br /><br />  <em style=""><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana; color: red;">&ldquo;Para encerrar voltamos a respirar todos juntos, a sentir a nos mesmos e ao grupo. Terminamos dedicando nossa dan&ccedil;a, o que produzimos ali, para os que julgamos necessitados (para as crian&ccedil;as, para a paz, para algu&eacute;m da fam&iacute;lia, para n&oacute;s mesmos)&rdquo;.</span></em></div><div ><div style="text-align: center;"><a><img src="http://www.revistaescarlate.com/uploads/2/8/0/3/2803871/4191655.jpg" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; margin-right: 10px; border-width:1px;padding:3px;" alt="Picture" class="galleryImageBorder" /></a><div style="display: block; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px;"></div></div></div><div  class="paragraph" style=" text-align: justify; "><link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Ccomueduc%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml">     <strong style=""><u><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;">Dicas pra quem quer conhecer um pouquinho mais de Dan&ccedil;as Circulares:</span></u></strong><br /><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 150%; font-family: Verdana;">Em junho acontece, em Embu das Artes &ndash; SP, o Encontro Brasileiro de Dan&ccedil;as Circulares Sagradas, organizado pela Andrea Leoncini, pela Renata C. Lima Ramos e pela Sonia Yamashita Lima. Al&eacute;m disso, o LEP recebe inscri&ccedil;&otilde;es no in&iacute;cio de cada semestre e para participar &eacute; preciso ficar ligado nas datas divulgadas no site do IP &ndash; USP (<a href="http://www.ip.usp.br/">www.ip.usp.br</a>).</span><br />  </div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Além do "dois pra lá e dois pra cá"]]></title><link><![CDATA[http://www.revistaescarlate.com/5/post/2009/10/alm-do-dois-pra-l-dois-pra-c.html]]></link><comments><![CDATA[http://www.revistaescarlate.com/5/post/2009/10/alm-do-dois-pra-l-dois-pra-c.html#comments]]></comments><pubDate>Thu, 22 Oct 2009 11:21:55 -0800</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.revistaescarlate.com/5/post/2009/10/alm-do-dois-pra-l-dois-pra-c.html</guid><description><![CDATA[     por Camila Camilo Dizem  [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div  class="paragraph" style=" text-align: justify; "><link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Ccomueduc%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml">     <strong><em><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: rgb(140, 135, 135);">por</span></em></strong><strong><em><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: rgb(140, 135, 135);"> Camila Camilo</span></em></strong><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"><br /> Dizem </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">que</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"> quem </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">canta</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"> seus</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"> males </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">espanta</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">. </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">Pois </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">quem</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"> dan&ccedil;a </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">espanta</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"> os </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">males</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">, emagrece, relaxa, socializa e fica </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">com</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"> aquela </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">energia</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"> boa de </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">quando</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"> a auto-estima se despe da </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">timidez</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"> e voa pro </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">andar</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"> de </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">cima</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">.<br /><br /> O </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">Escarlate</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">, pensando </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">em</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"> todos</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"> n&oacute;s</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">, criou </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">um</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"> singelo</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"> guia</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"> de </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">onde </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">aprender</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"> a </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">remexer</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"> o </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">esqueleto</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"> na </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">Cidade</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"> Universit&aacute;ria</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">.</span><span style="color: black;"><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana;"><br />M&atilde;os</span></span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"> &ndash; e </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">todo</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"> o </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">resto</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"> &ndash; &agrave; </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">obra</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">:</span>  </div><div ><div style="text-align: center;"><a><img src="http://www.revistaescarlate.com/uploads/2/8/0/3/2803871/7496163.jpg?201x295" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; margin-right: 10px; border-width:1px;padding:3px;" alt="Picture" class="galleryImageBorder" /></a><div style="display: block; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px;"></div></div></div><div  class="paragraph" style=" text-align: justify; "><link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Ccomueduc%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"> <link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Ccomueduc%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml">     <em><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: red;">Salsa</span></strong></em><br /><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt;"><font color="#000000">Etimologicamente salsa &eacute; uma mistura de &ldquo;diversas subst&acirc;ncias comest&iacute;veis dilu&iacute;das&rdquo;. Algo como um super condimento. N&atilde;o &agrave; toa o ritmo, surgido em Cuba nos anos 1960, &eacute; uma grande mistura de ritmos. Como o mambo, influenciado pelo merengue da Rep&uacute;blica Dominicana e pelo calipso de Trinidade e Tobago, com uma pitada forte da cumbia colombiana e, por que n&atilde;o, do rock americano e do reggae da Jamaica. </font></span><br /><br /><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt;"><font color="#000000">Dizem por a&iacute; que hoje at&eacute; o rap e o techno d&atilde;o sua contribui&ccedil;&atilde;o para o ritmo, que deu &agrave;s caras ao mundo em Nova Iorque, quando jovens m&uacute;sicos quiseram criar uma mistureba bem latino-americana. Acertaram na mosca.</font></span><br /><br /><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt;"><font color="#000000"><span style="font-style: italic;">Onde aprender: Fonte Dan&ccedil;as, Gr&ecirc;mio dos Funcion&aacute;rios do Instituto de F&iacute;sica, Girassol Dan&ccedil;as.</span><br /></font></span></div><div ><div style="text-align: center;"><a><img src="http://www.revistaescarlate.com/uploads/2/8/0/3/2803871/8854079.jpg?272x227" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; margin-right: 10px; border-width:1px;padding:3px;" alt="Picture" class="galleryImageBorder" /></a><div style="display: block; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px;"></div></div></div><div  class="paragraph" style=" text-align: justify; "><link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Ccomueduc%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"> <link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Ccomueduc%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"> <em><strong style=""><span style="font-size: 10pt; font-family: Verdana; color: red;">Forr&oacute;</span></strong></em><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"><br />Arrasta-p&eacute;, rala-bucho, bate-chinela, </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">forrobod&oacute;</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">, fob&oacute;. </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">Com</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"> muitos </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">nomes</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">, o </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">ritmo</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"> tipicamente nordestino tem </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">forte</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"> influ&ecirc;ncia</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"> europ&eacute;ia, </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">africana</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"> e </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">ind&iacute;gena</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">. </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">Mais </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">brasileiro </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">imposs&iacute;vel</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">.&nbsp; </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">Popularmente</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"> associado</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"> &agrave; </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">express&atilde;o</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"> inglesa <em><span style="font-family: Verdana;">for all</span></em>, o </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">termo </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">forr&oacute;</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">, </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">segundo</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"> o </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">folclorista</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"> Luis </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">C&acirc;mara</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"> Cascudo</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">, &eacute; derivado do </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">termo </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">africano</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"> forrobod&oacute;</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">, </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">que</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"> significa </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">farra</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">, </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">confus&atilde;o</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">, </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">desordem</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">. Ah, se </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">toda</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"> confus&atilde;o</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;"> fosse boa </span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">assim</span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black;">...</span><span style="color: black;"><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana;"><br /><br /><span style="font-style: italic;">Onde </span></span></span><span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black; font-style: italic;">aprender: Girassol Dan&ccedil;as, Gr&ecirc;mio dos Funcion&aacute;rios do Instituto da F&iacute;sica, Fonte Dan&ccedil;as, FEA Forr&oacute;, Tran&ccedil;ando Tudo.</span></div><div ><div style="text-align: center;"><a><img src="http://www.revistaescarlate.com/uploads/2/8/0/3/2803871/6993735.jpg?209x272" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; margin-right: 10px; border-width:1px;padding:3px;" alt="Picture" class="galleryImageBorder" /></a><div style="display: block; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px;"></div></div></div><div  class="paragraph" style=" text-align: justify; "><em style="font-weight: bold;"><font size="2" color="#ff0000">Tango</font></em> <br /><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt;"><font color="#000000">Algu&eacute;m disse que o tango &eacute; &ldquo;um pensamento triste que se pode dan&ccedil;ar&rdquo;. Com muita ousadia, eu diria que &eacute; paix&atilde;o transformada em um ritual de passos fortes, pernas entrela&ccedil;adas, express&atilde;o s&eacute;ria e intimidade.</font></span><br /><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt;"><font color="#000000">Nascido nos cabar&eacute;s de Buenos-Aires e influenciado pelos sons da regi&atilde;o platina, o tango possui varia&ccedil;&otilde;es: milonga,<span style="">&nbsp; </span>&ldquo;canyengue&rdquo;, &ldquo;romanzae&rdquo;, can&ccedil;&atilde;o e tango jazz. Como plano de fundo o bandone&oacute;n, que veio com os imigrantes alem&atilde;es traduzir paix&atilde;o em notas musicais.<br /><br /></font></span><span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt;"><font color="#000000"><span style="font-style: italic;">Onde aprender: Girassol dan&ccedil;as, Fonte dan&ccedil;as.</span> </font></span></div><div ><div style="text-align: center;"><a><img src="http://www.revistaescarlate.com/uploads/2/8/0/3/2803871/7703491.jpg?167x264" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; margin-right: 10px; border-width:1px;padding:3px;" alt="Picture" class="galleryImageBorder" /></a><div style="display: block; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px;"></div></div></div><div  class="paragraph" style=" text-align: justify; "><em style="font-weight: bold;"><font size="2" color="#ff0000">Samba de Gafieira</font></em> <span style="font-family: Verdana; font-size: 8.5pt;"><font color="#000000"><span style="">&nbsp;</span><br />Chico Buarque diz em uma de suas m&uacute;sicas que malandro quando morre vira samba. Que coisa bonita devem ser estes malandros, para fazer nascer o ritmo mais caracter&iacute;stico do nosso pa&iacute;s. Dan&ccedil;ado de norte a sul, o samba &eacute; um filho da &Aacute;frica criado no Brasil. E, para dan&ccedil;ar juntinho, se veste de gafieira, modalidade surgida na d&eacute;cada de 1940, mais r&aacute;pida e forte na parte instrumental, bem do jeito do sal&atilde;o.</font></span><br /><br /><link style="font-style: italic;" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5Ccomueduc%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"> <span style="font-size: 8.5pt; font-family: Verdana; color: black; font-style: italic;">Onde aprender: Girassol Dan&ccedil;as, Gr&ecirc;mio dos Funcion&aacute;rios do Instituto da F&iacute;sica, Fonte Dan&ccedil;as, FEA Forr&oacute;, Tran&ccedil;ando Tudo.</span></div><div  class="paragraph" style=" text-align: left; "><FONT color=#000000 size=2><A href="http://www.dancenafonte.com.br/" target=_blank>Fonte Dan&ccedil;as</A></FONT> <br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; FONT-FAMILY: Verdana"><FONT color=#e41d1d>Forr&oacute;, Merengue, Samba de gafieira, Rock, Tango, Bolero, Zouk, Samba-rock, Salsa, Valsa etc. </FONT></SPAN><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; FONT-FAMILY: Verdana"><FONT color=#000000>Av. Professor Mello Moraes, 2373<SPAN>&nbsp; </SPAN>(em frente ao terminal de &ocirc;nibus SPTrans)</FONT></SPAN><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; FONT-FAMILY: Verdana"><FONT color=#000000>Cidade Universit&aacute;ria</FONT></SPAN><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; FONT-FAMILY: Verdana"><FONT color=#000000>Telefone: (11) 3091-1880</FONT></SPAN><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; FONT-FAMILY: Verdana"><FONT color=#000000>E-mail: </FONT><A href="mailto:dancenafonte@yahoo.com.br">dancenafonte@yahoo.com.br</A></SPAN><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; FONT-FAMILY: Verdana"><FONT color=#000000>Comunidade orkut: Fonte Dan&ccedil;as</FONT></SPAN><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; FONT-FAMILY: Verdana"><FONT color=#000000>&nbsp;</FONT></SPAN><br /><FONT color=#000000 size=2><A href="http://www.dancadesalaonausp.com.br/" target=_blank>Gr&ecirc;mio dos Funcion&aacute;rios do Instituto de F&iacute;sica</A></FONT> <br /><FONT color=#e41d1d><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; FONT-FAMILY: Verdana">Bolero, Forr&oacute;, Samba de Gafieira e Salsa.</SPAN><br /></FONT><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; FONT-FAMILY: Verdana"><FONT color=#000000>Bols&atilde;o da F&iacute;sica </FONT></SPAN><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; FONT-FAMILY: Verdana"><FONT color=#000000>Rua do Mat&atilde;o &ndash; Travessa E.</FONT></SPAN><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; FONT-FAMILY: Verdana"><FONT color=#000000>E-mail: contato@dancadesalaonausp.com.br</FONT></SPAN><br /><br /><FONT color=#000000 size=2><A href="http://www.girassoldancas.com.br/" target=_blank>Girassol Dan&ccedil;as</A><br /></FONT><FONT color=#e41d1d><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; FONT-FAMILY: Verdana">Dan&ccedil;a de Sal&atilde;o (oferece diversos ritmos, dependendo do n&iacute;vel e do semestre), Dan&ccedil;a do Ventre, Forr&oacute; Universit&aacute;rio e Zouk.</SPAN><br /></FONT><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; FONT-FAMILY: Verdana"><FONT color=#000000>Local: Sindicato dos Trabalhadores da Universidade de S&atilde;o Paulo (SINTUSP)</FONT></SPAN><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; FONT-FAMILY: Verdana"><FONT color=#000000>Av. Prof. Luciano Gualberto, Trav. J 374</FONT></SPAN><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; FONT-FAMILY: Verdana"><FONT color=#000000>Cidade Universit&aacute;ria</FONT></SPAN><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; FONT-FAMILY: Verdana"><FONT color=#000000>Telefone: (11) 3433-2222 / </FONT></SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; FONT-FAMILY: Verdana"><FONT color=#000000>(11) 3535-0990<br /></FONT></SPAN><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; FONT-FAMILY: Verdana"><FONT color=#000000>E-mail: </FONT><A href="mailto:girassoldancas@yahoo.com.br">girassoldancas@yahoo.com.br</A></SPAN><br /><br /><FONT color=#000000 size=2><A href="http://www.cavc.com.br/tiki-index.php?page=feaforro" target=_blank>FEA Forr&oacute;</A><br /></FONT><FONT color=#e41d1d><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; FONT-FAMILY: Verdana">Forr&oacute;</SPAN><br /></FONT><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; FONT-FAMILY: Verdana"><FONT color=#000000>Viv&ecirc;ncia da FEA-USP </FONT></SPAN><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; FONT-FAMILY: Verdana"><FONT color=#000000>Av. Prof. Luciano Gualberto, 908</FONT></SPAN><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; FONT-FAMILY: Verdana"><FONT color=#000000>Cidade Universit&aacute;ria</FONT></SPAN><br /><br /><FONT size=2>Tran&ccedil;ando Tudo</FONT><br /><FONT color=#e41d1d><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; FONT-FAMILY: Verdana">Samba-rock, Samba de Gafieira, Pagode e Forr&oacute; Universit&aacute;rio</SPAN><br /></FONT><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; FONT-FAMILY: Verdana"><FONT color=#000000>Bloco F do Crusp, pr&oacute;ximo ao Bandej&atilde;o Central.</FONT></SPAN><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; FONT-FAMILY: Verdana"><FONT color=#000000>Telefone: (11) 3091-3255 (falar com Jarbas)</FONT></SPAN><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; FONT-FAMILY: Verdana"><FONT color=#000000>E-mail: </FONT><A href="mailto:trancandotudo@hotmail.com">trancandotudo@hotmail.com</A><FONT color=#000000> / </FONT><A href="mailto:trancandotudo@yahoo.com">trancandotudo@yahoo.com</A></SPAN>&nbsp;</div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Curiosidade temperada]]></title><link><![CDATA[http://www.revistaescarlate.com/5/post/2009/10/curiosidade-temperada.html]]></link><comments><![CDATA[http://www.revistaescarlate.com/5/post/2009/10/curiosidade-temperada.html#comments]]></comments><pubDate>Tue, 06 Oct 2009 22:49:26 -0800</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.revistaescarlate.com/5/post/2009/10/curiosidade-temperada.html</guid><description><![CDATA[por Denise EloyEsque&ccedil;a a vergonha ou o mau jeito &nbsp;para dan&ccedil;as e afie sua curiosidade. Foi isso que v&aacute;rios estudantes us [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div  class="paragraph" style=" text-align: left; "><EM style="FONT-WEIGHT: bold; COLOR: rgb(140,135,135)"><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'">por Denise Eloy</SPAN></EM></div><div  class="paragraph" style=" text-align: justify; "><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><FONT color=#000000>Esque&ccedil;a a vergonha ou o mau jeito &nbsp;para dan&ccedil;as e afie sua curiosidade. Foi isso que v&aacute;rios estudantes uspianos fizeram ao meio-dia dessa segunda, 5 de outubro. No Sharewood da Poli, uma&nbsp;<EM><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'">caliente </SPAN></EM>oficina de salsa (parte da XX SAPO &ndash; Semana de Arte e Cultura da Poli) divertiu v&aacute;rios participantes e alguns passantes daquele lugar.</FONT></SPAN></div><div ><div style="text-align: center;"><a><img src="http://www.revistaescarlate.com/uploads/2/8/0/3/2803871/1238932.jpg?314x200" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; margin-right: 10px; border: none;" alt="Picture" /></a><div style="display: block; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px;"></div></div></div><div  class="paragraph" style=" text-align: justify; "><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><FONT color=#000000><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><br />Para contextualizar um pouco:</SPAN><br /><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'">Nascida do mambo, a salsa &eacute; uma mistura de v&aacute;rios ritmos diferentes. O &ldquo;tempero&rdquo; (significado de salsa em castelhano) est&aacute; presente nos passos e jeitos dos dan&ccedil;arinos, atra&iacute;dos pela m&uacute;sica. Com um aut&ecirc;ntico sabor latino-americano, a salsa &eacute; uma mescla de <STRONG>condimentos</STRONG> e de <STRONG>movimentos</STRONG>. Em sua hist&oacute;ria, est&aacute; presente o merengue dominicano, o jazz norte-americano, o calipso de Trinidad e Tobago e a cumbia da Col&ocirc;mbia.<SPAN>&nbsp;&nbsp;</SPAN></SPAN><br /><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'">Quando pensamos em salsa, logo lembramos daquele famoso par de &ldquo;chocalhos&rdquo;. S&atilde;o os <EM>maracas</EM>. N&atilde;o se sabe ao certo sua origem, se vieram dos &iacute;ndios americanos ou do continente africano. Mas de uma coisa se tem certeza: &eacute; uma das marcas da salsa. Recheadas de diversos gr&atilde;os, as <EM>maracas</EM> s&atilde;o chacoalhadas, gerando um ritmo caracter&iacute;stico, a pr&oacute;pria alma da dan&ccedil;a.</SPAN><br /><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'">&Agrave; primeira vista, achamos todo tipo de salsa igual (confundimos inclusive com outros ritmos, como a lambada), mas a dan&ccedil;a sofre varia&ccedil;&otilde;es de estilo nos lugares do mundo em que se desenvolveu. Para quem entende do neg&oacute;cio, essas varia&ccedil;&otilde;es s&atilde;o facilmente percebidas e baseadas nas culturas e influ&ecirc;ncias de cada local, que interpreta a dan&ccedil;a&nbsp;a seu jeito. </SPAN></SPAN></FONT></SPAN></div><div  class="paragraph" style=" text-align: justify; "><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><FONT color=#000000><SPAN style="FONT-SIZE: 11pt; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'">Voltando &agrave; oficina...</SPAN><br /><br />O professor logo apresentou a&nbsp;salsa aos que ali estavam. Existem tr&ecirc;s tipos: a salsa paralela, a salsa em linha e a salsa &ldquo;roda de cassino&rdquo;. Perguntando para os alunos por onde queriam come&ccedil;ar, eles responderam: queriam a salsa em linha.&nbsp;<br /></FONT></SPAN><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><FONT color=#000000>Iniciando por passos b&aacute;sicos, a oficina passou um pouco desse esp&iacute;rito quente da salsa. Evoluindo para a passagem da dama e aprendendo a soltar os ombros, naquele movimento caracter&iacute;stico do ritmo, os casais se divertiam e se envolviam mais a cada precioso minuto. E as pessoas n&atilde;o paravam de chegar.</FONT></SPAN><br /></div><div ><div style="text-align: center;"><a><img src="http://www.revistaescarlate.com/uploads/2/8/0/3/2803871/3352379.jpg?346x348" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; margin-right: 10px; border: none;" alt="Picture" /></a><div style="display: block; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px;"></div></div></div><div  class="paragraph" style=" text-align: justify; "><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><FONT color=#000000>Cada um com seu jeito, uns mais habilidosos e outros mais desengon&ccedil;ados, ningu&eacute;m ali era profissional. E isso que era bom. Devo admitir, foi uma surpresa encontrar mais de quinze casais tentando relaxar e aprender um pouco naquele intervalo, j&aacute; com um clima (era um sol bonito!) prop&iacute;cio &agrave; dan&ccedil;a. Assim,&nbsp;era imposs&iacute;vel ficar parado.&nbsp;</FONT></SPAN><br /><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><FONT color=#000000>A aprendizagem dos passos era efetivamente colocada em pr&aacute;tica ao soltar da m&uacute;sica. A&iacute; era uma empolga&ccedil;&atilde;o s&oacute;. A m&uacute;sica dava outro tom &agrave;quele momento. Creio at&eacute; que era a hora mais esperada pelos estudantes. Ningu&eacute;m ficava sem par: eram casais de namorados, rec&eacute;m conhecidos, amiga com amiga, velhinha com mocinha.</FONT></SPAN><br /></div><div ><div style="text-align: center;"><a><img src="http://www.revistaescarlate.com/uploads/2/8/0/3/2803871/3055843.jpg?337x215" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; margin-right: 10px; border: none;" alt="Picture" /></a><div style="display: block; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px;">Dissens&atilde;o harm&ocirc;nica</div></div></div><div  class="paragraph" style=" text-align: justify; "><SPAN style="FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'; FONT-SIZE: 8.5pt"><FONT color=#000000>A oficina foi ministrada pelo prof. S&eacute;rgio M&eacute;dici de Eston, chefe do departamento de Engenharia de Minas, de Petr&oacute;leo, de Metalurgia e de Materiais da Poli. Sim, mais uma &oacute;tima surpresa. O professor &eacute; coordenador do grupo Fonte Dan&ccedil;as, criado em 2005. Atuando no ensino de v&aacute;rios g&ecirc;neros (samba de gafieira, tango, dan&ccedil;a do ventre, salsa, zouk, entre outros), a Fonte Dan&ccedil;as tem uma liga&ccedil;&atilde;o especial com o projeto social Poli Fonte Mirim, criado em 1996,&nbsp;que atua na inclus&atilde;o social de crian&ccedil;as e adolescentes do entorno da USP.</FONT></SPAN><BR><BR><SPAN style="FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'; FONT-SIZE: 8.5pt"><FONT color=#000000><SPAN style="FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'; FONT-SIZE: 8.5pt; mso-ansi-language: EN; mso-bidi-font-weight: bold" lang=EN>Al&eacute;m dos alunos da Poli&nbsp;</SPAN>os alunos da Poli, estudantes de outras unidades tamb&eacute;m foram curtir a oficina. Aram, aluno da FAU, j&aacute; fez aula de salsa e, ao ver a programa&ccedil;&atilde;o do SAPO, sua curiosidade falou mais alto. De quebra, levou Larissa que afirmou: &ldquo;minha motiva&ccedil;&atilde;o foi ele!&rdquo;. Curiosos, conduzidos ou desocupados puderam aproveitar bastante o que rolou e o que ainda vai rolar por l&aacute;.<BR></FONT></SPAN>&nbsp;</div>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[El tango y la Universidad]]></title><link><![CDATA[http://www.revistaescarlate.com/5/post/2009/09/first-post.html]]></link><comments><![CDATA[http://www.revistaescarlate.com/5/post/2009/09/first-post.html#comments]]></comments><pubDate>Tue, 22 Sep 2009 00:00:00 -0800</pubDate><category><![CDATA[Uncategorized]]></category><guid isPermaLink="false">http://www.revistaescarlate.com/5/post/2009/09/first-post.html</guid><description><![CDATA[Por Denise EloySe nem Raul Seixas, em sua Sociedade Alternativa, deixou de discutir Carlos Gardel, quem somos n&oacute;s p [...] ]]></description><content:encoded><![CDATA[<div  class="paragraph" style=" text-align: left; "><em style="font-weight: bold; color: rgb(140, 135, 135);"><span style="font-size: 8.5pt; line-height: 115%; font-family: 'Verdana','sans-serif';">Por Denise Eloy</span></em></div><div  class="paragraph" style=" text-align: justify; "><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><FONT color=#000000>Se nem Raul Seixas, em sua Sociedade Alternativa, deixou de discutir Carlos Gardel, quem somos n&oacute;s para desprezar uma arte t&atilde;o completa e ex&oacute;tica como o tango? De origem n&atilde;o muito clara, essa dan&ccedil;a a dois, incrementada por um estilo musical &uacute;nico, &eacute; composta de sentimentos extremamente humanos: <FONT size=4>amor, ci&uacute;me e saudade.</FONT></FONT></SPAN><br /></div><div ><div style="text-align: center;"><a><img src="http://www.revistaescarlate.com/uploads/2/8/0/3/2803871/2404839.jpg" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; margin-right: 10px; border: none;" alt="Picture" /></a><div style="display: block; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px;"></div></div></div><div  class="paragraph" style=" text-align: center; "><FONT color=#8c0303><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'">Por uma cabeza,</SPAN><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'">Metej&oacute;n de um dia</SPAN><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'">De aquella coqueta</SPAN><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'">Y risue&ntilde;a mujer,</SPAN><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'">Que al jurar sonriendo</SPAN><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'">El amor que est&aacute; mientiendo,</SPAN><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'">Quema em uma hoguera</SPAN><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'">Todo mi querer</SPAN><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'">(Carlos Gardel)</SPAN></FONT></div><div ><div style="text-align: center;"><a><img src="http://www.revistaescarlate.com/uploads/2/8/0/3/2803871/8704213.jpg" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px; margin-left: 10px; margin-right: 10px; border: none;" alt="Picture" /></a><div style="display: block; font-size: 90%; margin-top: -10px; margin-bottom: 10px;"></div></div></div><div  class="paragraph" style=" text-align: justify; "><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><FONT color=#000000>Com uma sonoridade incr&iacute;vel, ao ritmo do famoso &ldquo;bandone&oacute;n&rdquo;, casais entrela&ccedil;am seus corpos numa fren&eacute;tica dan&ccedil;a de despedida. Ela &eacute; envolvente, n&atilde;o s&oacute; para os bailarinos, j&aacute; que at&ocirc;nitos ficam os expectadores. Bela, a dan&ccedil;a &eacute; surpreendentemente sensual.</FONT></SPAN><br /><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><FONT color=#000000>Ok. Legal. Bonito. Mas ningu&eacute;m aqui &eacute; especialista em tango (apesar de amar intensamente) para ficar discorrendo litros sobre o assunto. O que nos trouxe at&eacute; aqui foi um simples fato: o estilo passou bem pertinho da gente. Sim, meus caros. Na 14&ordf; Semana de Arte e Cultura (que ainda est&aacute; ocorrendo, pessoal, aproveitem!), o grupo de dan&ccedil;a Tango &amp; Paix&atilde;o fez duas apresenta&ccedil;&otilde;es nessa segunda-feira na FEA. </FONT></SPAN><br /><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><FONT color=#000000>Imagina s&oacute; aquela penca de alunos passando despreocupadamente em mais um dia normal de aula. &Agrave;s 18h30, em ponto, o &rdquo;bandone&oacute;n&rdquo; come&ccedil;a em seu estilo inconfund&iacute;vel, seguido pela voz grave do int&eacute;rprete e, posteriormente, pela destreza dos bailarinos. As rea&ccedil;&otilde;es s&atilde;o diversas. Muitos olham e param. Outros demonstram sua confus&atilde;o com a performance em plena rampa da FEA. Alguns riem, alguns n&atilde;o ligam. Mais divertidos s&atilde;o aqueles que come&ccedil;am, devagarinho, a esbo&ccedil;ar uns passinhos de tango. Era bem inusitado, de verdade.</FONT></SPAN><br /><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><FONT color=#000000>&Eacute; incr&iacute;vel como a vibra&ccedil;&atilde;o dessa m&uacute;sica e dessa dan&ccedil;a &eacute; facilmente sentida, mesmo num ambiente que n&atilde;o favorecia o esp&iacute;rito do tango (era a rampa da iluminada e barulhenta FEA, minha gente!). Por favor, pensem agora naquelas casas de tango da Argentina, com suas luzes baixas, sua m&uacute;sica agrad&aacute;vel e aquele casal no pequeno palco, que voc&ecirc; n&atilde;o consegue nem diferenciar os p&eacute;s de t&atilde;o juntos que est&atilde;o e de t&atilde;o r&aacute;pidos que s&atilde;o seus movimentos. D&ecirc;-me um minuto para imaginar... </FONT></SPAN><br /><br /><SPAN style="FONT-SIZE: 8.5pt; LINE-HEIGHT: 150%; FONT-FAMILY: 'Verdana','sans-serif'"><FONT color=#000000>Mas, enquanto n&atilde;o podemos ir ao cerne do tango, podemos admir&aacute;-lo aqui na USP e tamb&eacute;m em S&atilde;o Paulo. Olha que surpresa maravilhosa aconteceu no dia daquelas pessoas que n&atilde;o faziam a m&iacute;nima ideia do que ia se passar ali na sua faculdade... &Eacute; s&oacute; prestarmos mais um pouquinho de aten&ccedil;&atilde;o no que ocorre bem ao nosso lado. Ah, vai... s&oacute; um pouquinho!</FONT></SPAN><br />&nbsp;</div>]]></content:encoded></item></channel></rss>

